Viajar é preciso
O PARAÍSO É MINEIRO – AVENTURE-SE POR CAPITÓLIO Leia +

Se Minas Gerais fosse uma pessoa, certamente seria daquelas que a equipe da REVISTA TUDO gostaria de ter sempre por perto. Também pudera – povo solícito, culinária de “prima”, com pratos bons e fartos, e paisagens dispostas a fazerem nossos olhos de perder por ela são atrativos suficientes para se aventurar por terras mineiras.

A paisagem é deslumbrante, nunca vi algo parecido”. Foi assim que a jornalista Gabriela Alquezar - cuja família é de Cotia e Vargem Grande Paulista - começou a contar a sua experiência pelas águas verdes em meio as pedras colossais deste que é um dos destinos mais procurados dos últimos tempos, localizado no centro-oeste do estado. Capitólio está situada entre a Serra da Canastra e a Hidrelétrica de Furnas – 1ª hidrelétrica de grande porte do país, fundada em 1963, a qual presenteou a região com um dos maiores e mais bonitos lagos artificiais do mundo. Atrai turistas do mundo inteiro que vão em busca de esportes náuticos e ecoturismo.

A Lagoa de Furnas, também conhecida como “Mar de Minas”, é a maior extensão de água do estado, com incríveis 1440 km², quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Seus arredores são envoltos por canyons que ultrapassam os 20 metros de altura, grutas, piscinas naturais e uma centena de cachoeiras exuberantes, como a da Lagoa Azul, a mais famosa e cartão postal de Capitólio.

 
Inhotim, cultura e natureza vivem em harmonia Leia +


 

O Instituto Inhotim é um lugar ímpar. Neste museu localizado na cidade de Brumadinho, há 60 quilômetros de Belo Horizonte, cultura e natureza convivem e interagem, tocando o íntimo das pessoas de uma forma muito especial. Este museu a céu aberto é visita obrigatória para quem gosta de arte e paisagismo, pois é a única instituição brasileira a exibir continuamente um acervo de excelência da arte contemporânea internacional.

O museu foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz durante a década de 1980 com a missão de criar um acervo artístico e de possibilitar o acesso da comunidade aos bens culturais. Em 1984, o local recebeu a visita do paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.

O complexo museológico abriga uma série de pavilhões e galerias com obras de arte e esculturas expostas ao ar livre. O fato de estar no meio da natureza, permite que os visitantes tenham um olhar sobre as obras a partir de outra perspectiva. O espectador é convidado a percorrer jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, perdendo-se entre lagos, trilhas, montanhas e vales, estabelecendo uma vivência ativa do espaço.

O acervo artístico compreende cerca de 500 obras de 85 artistas de 26 nacionalidades, distribuídas em mais de 20 galerias.

 
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