Dívidas antigas, solução agora


 Despesas imprevistas também estão entre as principais causas do endividamento. É verdade que muitas vezes erramos porque não temos reserva destinada a um acidente, problema de saúde, viagem de emergência, pagamento de uma multa e afins, e esses gastos, além de inesperados, podem ser frequentes, enormes e nos colocar em uma situação muito difícil.

 Algumas pessoas resolvem “fugir” das dívidas e voltar a pensar nelas “quando as coisas melhorarem”. Esse pensamento nos leva a um abismo financeiro, já que esse período de “esquecimento” provavelmente não virá acompanhado de uma interrupção no consumo.

Renegociar as pendências nos permite mensurar o tamanho do problema e estabelecer prazos para solucioná-lo definitivamente. Ainda que você descubra que regularizar sua situação será um processo demorado, saberá que, em um momento definido, as circunstâncias melhorarão. Durante o período de renegociação e acerto de contas, é necessário pensar em nossos equívocos a fim de que, futuramente, não os repitamos.

 Encarar os números ainda é a dica mais simples e eficaz para lidar com eles. Para quem tem dívidas, colocá-las no papel é importantíssimo para estimar suas proporções. Para aqueles que não têm grandes problemas financeiros, registrar os gastos é uma alternativa interessante para garantir que, em algum momento, você não vá consumir mais do que arrecada. Que tal enfrentar as contas e começar um período revolucionário para o seu orçamento?

 

Dora Ramos é educadora financeira e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br).

 

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