Wakeboard, muito prazer Leia +



  • Somente na década de 1990, designers de pranchas fizeram alterações nas dimensões e formatos do skufer, criando definitivamente o Wakeboard.
  • No Brasil o esporte chegou por intermédio de Roberto Pereira Leite, o Betinho. Hoje já existe uma Associação Brasileira de Wakeboard.
  • O administrador de empresas, Sérgio Weigand, praticava esqui quando criança. Certo dia, sua mulher e filha (na época com 12 anos) o viram esquiar e gostaram do esporte. Animado com o entusiasmo das duas, começou a procurar lanchas e, depois de 8 meses, encontrou uma no triângulo mineiro.
  • Comprei sem o aval da minha esposa, que só acreditou quando, num belo sábado de sol e, após uma viagem de 9 horas madrugada adentro rebocando uma lancha no meu carro, me viu sentado dentro dela na represa de Igaratá.”, escreve em seu site.
  • Depois de ensinar a família toda, percebeu que levava jeito pra coisa.
  • Começou a dar aulas de Esqui Aquático e Wakeboard, desenvolvendo um trabalho profissional voltado para quem aprender um esporte diferente e não tem a menor ideia.
  • Quando fui escrever esta matéria, Sérgio me disse pelo telefone que iria me ensinar a subir na prancha e andar de wakeboard em 40 minutos! Não perguntou a minha idade e nem minhas condições físicas, apenas disse que eu iria aprender. O desafio estava lançado... Chamei o Guido - nosso fotógrafo – para registrar o feito e também fazer a aula. Nos encontramos na represa de Atibainha, onde Sérgio costuma praticar, em Nazaré Paulista, há 60 quilômetros da capital. A marina que fomos, Vale dos Manacás é linda! Você segue um caminho de terra até chegar à represa. Dá para se hospedar em um dos seus chalés e passar um fim de semana admirando a paisagem, passeando de barco ou jet ski na represa.
  • Sérgio costuma dar aulas aos finais de semana nesta represa e cobra 250 reais a hora, que pode tranquilamente ser dividida entre duas pessoas, pois enquanto uma descansa, a outra pratica.
  • E lá fomos nós três para a lancha!
  • O segredo do wakeboard é manter a postura correta durante o passeio, equilibrando corretamente o corpo no centro dos pés, não travar os joelhos, encaixar os quadris e manter os braços esticados. Falando assim parece fácil, e pode até ser depois que você aprende a se erguer e se equilibrar na prancha. Depois deste primeiro passo, ou primeiras aulas, dá para fazer uma série de manobras a partir das ondas deixadas pela lancha.
  • A aula
  • Sérgio me ensinou a colocar os pés nas botas da prancha, que não devem ser muito apertadas. Primeiro você calça as botas, ainda sentado no barco, mas com os pés e a prancha na água. Depois é só cair na água e segurar na barra que foi colocada na lateral do barco. A técnica de Sérgio ocorre em três etapas: primeiro o aluno se adapta a levantar segurando na barra lateral ao barco; passa a segurar no manete adaptado à barra e, por fim, segura no cabo atrás do barco. A partir da terceira etapa, é possível começar a aprender a fazer as manobras.
  • Para conseguir levantar, é necessário ouvir todos os passos do instrutor: ficar como se fosse sentada com um dos pés para cima, levantando na hora em que a lancha pega velocidade. Se conseguir fazer do jeito que ele manda, não tem erro! Confesso que fiquei animada quando consegui me segurar e passear por um tempo com a barra lateral.
  • Na hora da passagem para o manete, você precisa fazer aos poucos. Tentei uma vez com o manete, mas meus braços já estavam “pedindo água”.
  • Era a vez do Guido. Enquanto ele fazia os passos, assumi as fotos. Guido já começou com o manete e em pouco tempo já estava esquiando atrás do barco. Mandou bem, ficou um tempão na prancha naquela represa maravilhosa! Um presente que o Sérgio nos deu!
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  • Fontes:
  • wakebrasil.com; Sérgio Weingand weigand.com.br, sweigandb@uol.com.br; valedosmanacas.com.br 
 

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