Parece estranho pensar que em pleno 2018, onde a tecnologia está tão presente em nossas vidas, alguém possa ter aversão à modernidade, ao novo, né? Pois existe e é um transtorno grave, que afeta muitas pessoas. A chamada tecnofobia, por definição, é medo de tecnologia constante e persistente, e em maior profundidade, é definido como “o sentimento de ansiedade severa associado com o uso de qualquer coisa tecnologicamente avançada”.

Ela pode ter a ver com questões religiosas, políticas, culturais ou mesmo sociais. Ou simplesmente algo genuinamente humano, como o medo do novo, causando ansiedade, como uma forma de defesa. Tememos aquilo que desconhecemos.

Nos dias de hoje, é comum que filhos e netos ensinem pais e avós a mexer no celular, mandar uma foto ou gravar um áudio em aplicativos de mensagens. O estranhamento inicial é natural. No entanto, deve-se olhar com cuidado quando esse estranhamento desencadeia outros sentimentos, como ansiedade, medo e aversão. A partir disso pode nascer a fobia, que precisa ser encarada como uma doença, que necessita de tratamento e acompanhamento.

O fato é que diante de algo novo, aprender o funcionamento daquilo deve ser gradual. Ainda mais para os que estão menos familiarizados com aquilo. Mas a velocidade com que as coisas mudam e se renovam não pode virar pressão ou cobrança. Muito menos uma questão pessoal, onde a pessoa se sente pouco inteligente ou capaz. Pois assim surge a fobia.

Mas uma vez diagnosticada, como tratar? O acompanhamento de um profissional é sempre super importante. E o medo, seja ele da natureza que for, deve ser desmistificado. Ou seja, é fundamental identificar em que momento ele surgiu, em que contexto, por que e por aí vai. Muitas vezes, não é o medo de algo em si, concreto, mas sim uma reação a uma situação que ocorreu. Uma vez conhecido, o medo então deve ser enfrentado. Aos poucos, gradualmente, uma etapa por vez, até que desapareça.

  • Relutância ou recusa em usar computadores
  • Preferir sacar dinheiro no atendimento humano em bancos ao invés de usar o caixa eletrônico.
  • Criticar as mudanças e implementações tecnológicas
  • Ao deparar-se com a tecnologia, ter sensação de perda do fôlego, tontura, palpitações no coração, ficar irritado, perder o controle, sentir-se distante da realidade, ser incapaz de pensar ou falar claramente.

O outro lado

Assim como existe a fobia da tecnologia, existem aquelas pessoas que ficam doentes por conta da tecnologia. Conhecida por nomofobia (vem do inglês no mobile phobia), trata-se dos transtornos desencadeados por um “vício” “em tecnologia. O Instituto Delete, no Rio de Janeiro, é o primeiro do Brasil especializado em detox digital e que presta atendimento gratuito. Instalado no Instituto de Psiquiatria (Ipub) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Delete foi criado em 2013 pela psicóloga Anna Lucia King e desde então avaliou 800 pessoas com algum tipo de dependência tecnológica.

“Fazemos uma entrevista psicológica. Depois o psiquiatra avalia se há algum transtorno relacionado. Pode ser transtorno de ansiedade, pânico, obsessão compulsiva, fobia social”, explica Anna Lucia, que cita WhatsApp, Facebook, Instagram e jogos on-line como as tecnologias com maior registro de dependência.

 

Mas alto lá! O uso exagerado não causa dependência e não queremos polarizar! A proposta do Delete é mostrar que é possível usufruis da tecnologia de forma saudável, utilizando a chamada “etiqueta digital”, com boas práticas como exemplo e bom senso, sempre!

 

Equilíbrio e lucro!

Nem em uma ponta e nem em outra, a turma do meio aproveita a tecnologia e as inovações para fazer negócios e ganhar dinheiro, uma vez que as novidades não param e existe um universo de marcas e influenciadores aproveitando as redes sociais.

Para se ter uma ideia, a cada minuto, 400 horas de novos vídeos são carregadas no YouTube, conteúdo que atrai 1,5 bilhão de pessoas por mês no mundo todo. No Brasil, o número de vídeos na plataforma cresceu em 54% nos últimos dois anos. Além disso, entre os cem influenciadores digitais mais poderosos do mundo, de acordo com a revista americana Forbes, 24 são brasileiros.

Ou seja, cada vez mais o mercado enxerga as redes sociais como uma ferramenta de marketing e comunicação. Na última semana de setembro, um evento em São Paulo reuniu mais de 1500 pessoas para debater, trocar, conversar e conhecer criadores de conteúdo para as redes sociais. O Youpix Com teve marcas relevantes como Bradesco e Magazine Luiza patrocinando o evento, que além dos profissionais e interessados em aprender, reuniu celebridades da internet como Dani Nocce e Jou Jout. Bia Granja, fundadora do Youpix e uma das idealizadoras do encontro, destacou a importância da profissionalização do segmento, aliada à autenticidade.

Ou seja, a tecnologia está posta e sorte de quem souber aproveitá-la para o bem!

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