Rô. Beta. Roberta.

Não importa o nível de intimidade que se tem com ela para saber que é um ser humano nada convencional. Uma máquina quando o assunto é trabalho; uma ursa quando o papo é família; uma romântica se começa a falar da Granja. Seja qual for a pauta, os olhos dela marejam e a voz embarga. Roberta Smilari é uma explosão de sentimentos verdadeiros e transpira gratidão pela generosidade da vida.

Formada em publicidade, uma profissional com passagens pela Folha de S. Paulo e pelo Grupo Clarín, ela está sempre em movimento. Quando chegou na Granja e se deparou com o bairro, teve a certeza do seu lugar no Planeta. Abandonou emprego, salário e foi realmente viver. “A Granja me fez enxergar que grana não era o mais importante”, conta ela, que queria realmente construir a vida e trabalhar nesse pedaço de terra que dá mais charme à cidade de Cotia. Mas, para chegar a essa conclusão, foi preciso percorrer um caminho de altos e baixos, fazer escolhas difíceis e aceitar a vida como ela estava se apresentando. “Eu não queria mais passar horas a fio longe da minha casa, da minha filha e do meu marido; foi uma escolha difícil, fui muito criticada”, revela.

Sem problema algum em recomeçar, ela foi bater na porta dos veículos de comunicação da região, passou por quase todos eles, fez grandes amigos e se preparou para dar mais um passo na vida.

“Chegou o dia em que eu estava pronta para empreender na minha própria mídia”. E nascia a Revista Tudo, resultado de um sonho a curto prazo que ofereceu uma nova forma de se comunicar para toda a região.

Roberta idealizou um projeto fora da caixa, inovador e que conversasse com um público formador de opinião. E conseguiu!

Tanto conseguiu que a Tudo foi parar na Flórida, como uma publicação querida entre os brasileiros que moram ou visitam o estado.

Louca por novos desafios, ela queria mais. Lançou Guias Setorizados nas áreas de Saúde, Educação e Gatronomia. Foi a precursora em uma mídia com aplicativo por essas bandas. E o que antes era simples e tímido se transformou no app mais completo que nossa cidade poderia ter. O AppTudo reúne cupons de desconto, notícias quentes a qualquer hora do dia e um Universo de conteúdos legais sobre decoração, moda, gastronomia. Coisas de Roberta, que adora falar de tudo isso, o tempo todo.

Descendente de portugueses e italianos, um dos prazeres da vida é estar sentada em uma mesa farta, rodeada de amigos, com todo mundo falando alto e ao mesmo tempo. Competitiva e parceiraça da sua equipe (ela acolhe e nutre a todos com um carinho de mãe) na edição de número 100 da Revista, Roberta fala dos empresários que acreditaram desde o começo no seu projeto, da Granja Viana, dos efeitos colaterais de suas escolhas e do seu sucesso como uma empresária batalhadora, que galgou o próprio caminho e que tem no trabalho uma fonte de energia.

A Roberta é Tudo.

 

Roberta, conte para os leitores onde tudo começou.
Tive grandes chances na vida, que me deram muito conhecimento. Sou publicitária por formação. Fiz um mês de faculdade de jornalismo, não gostei e troquei. Quando eu estava na faculdade, meu primeiro emprego foi com produção de TV. Eu trabalhava com casting e, naquela época, esse já era um mundo cão, muito concorrido. Meu primeiro emprego depois de formada foi na Folha de S. Paulo. E foi muito interessante porque eu fui para concorrer à vaga de assistente comercial; fui entrevistada por um diretor que me apadrinhou, o Cláudio Zorzetti, que é meu amigo até hoje. Ele gostou bastante de mim e me colocou como executiva de contas. O problema é que eu tinha que vender anúncio para o Notícias Populares, que era um jornal que “escorria sangue”. Eu marcava com os clientes como se fosse Folha de S. Paulo e levava o Notícias Populares escondido dentro. Abria o jogo para o anunciante e fazia a venda. Fui a melhor vendedora na época.

 

Mas você chegou a trabalhar no Jornal Folha de S. Paulo?
Sim. Teve um corte absurdo no Grupo Folha e eu fui a única da equipe que ficou. O Cláudio me deu a oportunidade de trabalhar no Caderno de Empregos da Folha e lá fiquei por sete anos. Fui vendedora de quase todos os cadernos, o que me deu uma visão comercial muito legal. De fato, fiz uma carreira brilhante na Folha e. inclusive, ganhei alguns prêmios.

Mas, hoje, você está aqui, com a Tudo. Então, uma hora essa carreira teve que terminar certo?
Eu me casei em 1994 e construí minha primeira casa na Granja Viana. Tentei continuar na Folha mas, naquela época, a Raposo já era travada. Até que, um certo dia, resolvi deixar o emprego, contra a vontade da família e dos amigos. Foi uma decisão muito dolorosa pra mim, mas optei pela qualidade de vida. Eu tinha mudado para um lugar maravilhoso e não conseguia curtir isso, entende? Achei que não fosse me adaptar e, de repente, me vi apaixonada pela Granja e pelas pessoas que encontrei nela. Isso mudou a minha vida. Eu era muito paulistana. A Granja Viana me fez enxergar que grana não era o mais importante, então, decidi que queria construir a minha vida no bairro.

 

Foi mais ou menos nesta época que você teve a sua filha, a Duda?
Foi sim. Ainda, quando eu tive a Duda, fiz uma passagem como gerente de publicidade do Grupo Clarín, uma empresa argentina que me apresentou o mundo online; foi quando empresas como a Decolar, o Mercado Livre, a Bondfaro começaram a entrar no país. Eu tinha um ótimo salário e um táxi a minha disposição. Porém, foi o momento mais infeliz da minha vida. Eu não queria mais passar horas a fio longe da minha casa, da minha filha e do meu marido; foi uma escolha difícil, fui muito criticada. Então, fui convidada para trabalhar como gerente de marketing da Faculdade Mario Schenberg. Eu sentei do outro lado da cadeira e foi uma experiência maravilhosa. Fiz um ótimo relacionamento com as mídias da região. Foi quando comecei minha trajetória pelos veículos de comunicação da Granja.

Em quais mídias da região você trabalhou?
Jornal D’aqui, Site da Granja, Davino Outdoor e Revista Circuito. E, então, foi quando eu percebi que já estava amadurecida para ter o meu próprio negócio; chegou o dia em que eu estava pronta para empreender na minha própria mídia.

Foi a primeira vez que você empreendeu em algo?
Sim. A Tudo foi o meu primeiro negócio e foi uma tentativa desafiadora que deu certo. Fui me preparar, estudei, li muito. Uni o meu conhecimento à experiência adquirida e aos bons contatos comerciais que fiz ao longo dos anos. Além do que, morar na Granja me fez conhecer as necessidades das pessoas. Tudo isso fez da Revista o que ela é hoje. 

Fale da Revista Tudo, do projeto gráfico, do conteúdo.
No momento que eu lancei a Tudo eu já sabia que ela daria certo. A Revista nasceu muito rapidamente, de um sonho que tive num curto espaço de tempo. Pedi para duas designers gráficas, que eram da Editora Abril, fazerem um projeto gráfico para mim. Passei um briefing do que eu queria e elas apresentaram um projeto exatamente como eu havia sonhado. Não mudei nada. Desde a primeira edição a repercussão da revista foi incrível; nós mexemos com a comunidade e trouxemos entrevistas com grandes personalidades. Fomos a primeira revista a “brincar” com o logo, apresentando-o em cores diferentes a cada edição. Fizemos algo completamente oposto do que já existia. Sempre gostei de decoração, de moda, de cultura. Conseguimos reunir tudo isso na Revista. Deu muito certo.

Deu tão certo que você levou a Tudo para o exterior, certo?
Eu e o Hugo (meu marido) sempre gostamos muito da Flórida. A gente brinca que lá é um outro estado brasileiro por causa da temperatura – que é muito parecida com a do Brasil – e porque se encontra muita gente falando português. Em uma das minhas viagens, comecei a procurar as mídias – de Orlando, especificamente – e vi que existia uma carência. Eu tinha dois clientes que já tinham projetos lá. Nós nos unimos e lançamos a Trip Florida. Esse projeto me deu um olhar muito diferente do que se tinha no Brasil, em especial na parte digital. Há seis anos, não se falava mais em impresso lá. O mundo virtual já era muito avançado nos Estados Unidos. Isso me fez refletir sobre o digital da Revista.

Foi quando você lançou o aplicativo da Revista Tudo?
Sim! Em 2012 eu lancei o meu primeiro aplicativo, quando ninguém falava nisso ainda. Os leitores podiam ver a Revista impressa pelo celular ou tablet e teve muita adesão. Foi um valor agregado absurdo para o meu negócio. O empresário começou a ver a gente com outros olhos. Em 2017, eu comecei a avaliar esse aplicativo e cheguei a conclusão de que ele deveria ter serviço, ou seja, que o usuário tivesse algum benefício. Fui procurar no mercado o que eu queria e lançamos, em 2018, o AppTudo, que é um aplicativo com conteúdo, matérias diárias fresquinhas, agenda cultural, pushs (que são as notificações com informação em tempo real, que é um prestador de serviços), cupons de desconto para serem usados nos estabelecimentos da região e um Guia Comercial completo.
É um divisor de águas. A gente sabe que o futuro é esse.
O AppTudo valorizou demais a Revista e, hoje, a gente oferece uma campanha global para o nosso anunciante.

Além do aplicativo, a Tudo tem uma rede social ativa?
Sim. Não temos um número estrondoso de curtidas e seguidores, mas temos um público muito qualificado e engajado, que interage e participa. Esse é o diferencial da Revista Tudo e é assim que a gente quer crescer. 

 

O que você curte fazer no tempo livre, pela Granja?
Adoro praticar esporte, jogar tênis e viajar. Adoro praia, mas, vou muito para o interior. Amo passear pela Granja Viana. Para fazer compras, vou ao Shopping da Granja – que tem muitas soluções para um presente rápido -; adoro o The Square aos finais de semana; tem shows legais e restaurantes que gosto muito. O Seu João é um que eu frequento bastante. No dia a dia, curto uma alimentação mais saudável e o Vendinha, que fica no Granjardim, mesmo lugar onde tenho escritório, me oferece isso.
Como uma boa descendente italiana, as pizzas da Basílica e do Atobá são para comer de joelhos. Quando quero respirar ar puro, passo sempre pelo Cemucam e pelo Templo Zu Lai. Tenho um lado esotérico muito forte, então, gosto muito de lá.

Quando você olha para os seus clientes e para os seus leitores, o que você pensa?
Do quanto sou grata. Têm clientes que fizeram a minha história e acreditaram na revista desde o começo. Acho que, alguns, acreditaram mais do que eu. Posso citar alguns como o Fabio, da Fort House; a Vanilda, da MGC Mármores; a Denise, do Red Balloon; a Adriana do Colégio e Faculdades Rio Branco que foram e são meus grandes parceiros. Todos eles fizeram com que eu acreditasse cada vez mais nos meus projetos.
A gente não tem ideia da penetração e abrangência da Revista Tudo. É muito louco.
Recebo muitos elogios dos meus leitores. Eles leem a revista, comentam sobre o conteúdo, me seguem. A Revista Tudo é muito mais do que a Roberta Smilari. Eu jamais faria qualquer coisa sozinha. Tenho uma equipe e prezo muito por ela; cada um tem um papel fundamental. Tenho um grupo de colunistas que está comigo desde o começo e a Revista Tudo os ajudou a serem mais conhecidos. Tenho gratidão por todos que citei e muita humildade e modéstia. Sempre respeitei meus concorrentes. Nunca me achei mais ou melhor do que ninguém.

Diga três coisas sobre a Roberta.
Sou muito competitiva.
Amo a minha família, mas o meu bem-estar está muito ligado ao trabalho.
A Tudo é a minha missão.

 

E para 2019?
A Revista Tudo se renova a cada dia. A gente não consegue ficar parado. Nossos leitores e anunciantes podem esperar novidades, sempre. Somos precursores em guias setorizados e que são uma mão na roda para os moradores da região. Temos o de saúde, educação e gastronomia. Estamos lançando o Casa e Jardins.
Na parte digital, estamos super antenados, fazendo, inclusive, parcerias com influenciadores digitais que moram ou frequentam nosso reduto.

Ah, a gente não pode esquecer de falar da família, né?
Família é o berço de tudo e o apoio dela foi fundamental. Meu pai trabalha comigo na área financeira e jurídica, minha irmã e cunhada na área comercial. Meu marido respeita muito o meu trabalho e a minha filha me deu a maior surpresa que eu poderia ter quando escolheu, este ano, o curso de jornalismo para a graduação. Ela já tem um olhar jornalístico e me dá dicas o tempo todo.
Eles são tudo. São essenciais. São a base e o início. 

 

Quem Somos :

A Revista TUDO chegou e revolucionou! Com uma proposta diferenciada traz inovação, ousadia, serviço e mais Informação para você, leitor! Muito além de mais uma revista regional, a TUDO mostra o que a Região tem de bom, o que precisa ser melhorado e as necessidades de seus moradores. Somada a esta prestação de serviço, apresenta uma síntese dos fatos mais importantes que acontecem no Brasil e no mundo, sem contar os assuntos de interesse geral que estão em evidência na atualidade. Leia Mais

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