Fenômeno da Natureza e peregrinação religiosa são as marcas do local

Preparem os lencinhos: o Monte St. Michel tem uma paisagem que emociona e faz cair um cisco nos olhos. A região murada abriga uma abadia, um mosteiro e um vilarejo medieval francês que está distante do glamour de Paris: são quase 350 quilômetros que separa esse pedaço de terra da capital francesa.

Até aí, tudo lindo e tudo maravilhoso!

Porém, tem muito mais.

As ondas são as maiores de toda a Europa e rola um fenômeno natural diário que a gente vai explicar nas próximas páginas. Mas, só para vocês terem ideia, ele pode ficar rodeado de água, como uma ilha, ou totalmente seco em seu entorno, fazendo com que turistas andem a pé em volta dele. Essa alteração na paisagem acontece porque o Monte está numa baía, onde ocorre a maior diferença entre as marés alta e baixa de toda a Europa.  

Sem exageros, a maré rouba a cena.

Poucos felizardos formam a população local.

Dá para curtir muita coisa legal por lá, mas, o principal objetivo de quem visita é chegar ao topo da Abadia, que é a grande atração e um local de peregrinação religiosa.

Abadia é o local que abriga uma comunidade religiosa monástica; mosteiro.

Preparem as pernocas

 A entrada ao Monte é gratuita e ele fica aberto 24 horas por dia.

Já para entrar na Abadia, nada que 9 euros não paguem. O horário é restrito, então, fiquem de olho.

No Monte tem muito beco, portanto, é o maior sobe e desce de escadas. Idosos e crianças são bem-vindos, no entanto, passarão por algumas dificuldades. Os jardins e os restaurantes esbanjam graciosidade e chamam a atenção para registros, sejam eles fotográficos ou de memória afetiva.

Aliás, só quem dorme lá consegue ver a real beleza do local. É que durante o dia há uma multidão de turistas por todos os lados. Já à noite, parece um lugarejo mágico, remontado a partir de um conto de fadas. Três noites são suficientes para visitar o Monte de cabo a rabo.

Quando a noite cai, a porta levadiça se fecha e as correntes mostram que é possível elevá-la a qualquer momento. Caminhe a noite pelos becos e repare nas sombras formadas nos paredões de pedras, exibindo uma arquitetura misteriosa.

Percorrer o vilarejo exige preparo físico e os turistas não contam com nenhum tipo de acessibilidade. As caminhadas por escadas e ladeiras acontecem a pé e, por isso, um calçado beeeeeem confortável é fundamental.

Ah, lá chove bastante!

Leve uma capa de chuva a tiracolo. Mesmo no verão, carregue o casaco, pois o vento é fortíssimo e baixa a sensação térmica.

É comida que vocês querem?

Na Grande Rue, a principal via do vilarejo, passagem obrigatória, é possível encontrar restaurantes, lojinhas de souvenires, produtos medievais, alguns poucos hotéis, pequenos museus temáticos e os marcantes caramelos salgados.

Nos restaurantes encontram-se comidas normanda ou a tradicionalmente francesa.

O Omelette de la Mère Poulard é um famoso prato local, porém, apesar de muitos restaurantes vendê-lo como original, é no estabelecimento de mesmo nome do omelete que você viverá uma experiência única.

Eles são batidos à exaustão; os ovos criam uma nuvem que dá forma ao omelete. “Eu nunca tinha visto baterem tanto os ovos”, afirma a turista brasileira Raquel Fett, em seu blog Meus Destinos Imperdíveis (http://meusdestinosimperdiveis.com.br/).
Está preparado para desmaiar?! O mais barato custa 40 euros.

Não! Não digitamos errado. É isso mesmo.

Além dos restaurantes, é possível encontrar lanchonetes que vendem lanches e crepes.

O Agneau de Pré Salé ou Cordeiro Pré Salgado é uma iguaria saborosa da região e remete aos animais que possuem a carne naturalmente salgada devido ao local de pastagem.
Fiquem atentos aos horários do jantar, já que os restaurantes fecham cedo.

 

Uma opção saborosa são as ostras do La Vieille Auberge.

Experimente a manteiga, naturalmente salgada, feita do leite das vacas que pastam pela região. Ela é usada nos biscoitos típicos que são vendidos pelo Monte.

Conexão – Brasil – Monte St. Michel

A opção mais prática para ir do Brasil até a França é o Aeroporto Charles de Gaulle.

R$ 3.500,00 a passagem ida e volta. (Acha-se mais barato).

Até o Monte, saindo de Paris, a viagem dura por volta de 3 horas e 40 minutos. Vale ir de trem até Rennes (que faz parte da Bretanha) e lá alugar um carro. Ir de trem ou buzão leva o mesmo tempo, viu? E dá pra ir por Pontorson também.

O custo médio dessa viagem está entre 28 e 100 euros. Se tiver o tíquete, paga mais barato e ele fica disponível para compra em épocas determinadas do ano. Lembrando que, se você for curtir outras atrações da Normandia, um veículo compensa.

Um meio de transporte moderninho é o Trem de Alta Velocidade que, com a ajuda de um ônibus, deixa seus passageiros em terras medievais em 3 horas e 10 minutos.

Verifique a tabela de horários no site oficial da SNCF antes de montar seu itinerário (www.raieurope.com).

Quando ir?

A melhor data para visitar o Monte é no verão, entre junho e agosto. No entanto, nesse período tudo fica mais cheio e as hospedagens excessivamente mais caras. Na primavera e no outono, os valores são mais convidativos. Já no inverno (de dezembro a fevereiro) tudo fica mais barato e o local está bem vazio. É que a chuva e as rajadas de vento chegam a tornar o passeio até desagradável.

Consulte também “a tábua das marés”.

A Abadia

Pasmem! Ela possui 22 salões com arquiteturas diferentes uma da outra. É possível conhecer tudo: igreja, refeitório, cozinha, cartório.

Só não abre dia 1º de maio, Natal e Ano Novo.

Entrada: 9 euros

Áudio guia: 4,5 euros (com detalhes sobre a arquitetura do lugar).
O pôr do sol da Abadia é de chorar. Se conseguir ficar para fazer o registro, não vai se arrepender.

Hospedagem

A hospedagem dentro dos muros não é fácil porque os quartos se esgotam rapidamente. Aos finais de semana e nos dias de maré a disputa aumenta. A diária sai em média 180 euros. Vale o preço para quem for desbravar o Monte durante as noites. Já nos arredores é possível encontrar opções a partir de 50 euros, uma ótima relação custo benefício para quem está disposto a pagar para passar a noite pelo local sem ter que gastar os olhos da cara.

Mas, sendo assim, dá para curtir o Monte durante a noite? Dá sim!
Com a diferença de que terá que enfrentar uma caminhadinha para retornar. Uma média de dois quilômetros.

A maré de 500 quilômetros quadrados da baía ao redor do Monte Saint Michel transformou o vilarejo medieval em um dos maiores espetáculos da França.

O fenômeno é que a baía, completamente alagada, se transforma em um deserto.

O show acontece no final do dia, quando a água retorna em altíssima velocidade. Antigamente, carros eram levados com a força da água.

Os passeios pela baía custam 10 euros.

Opção de Hospedagem
BED AND BREAKFAST AUF FIEF DES AMIS DU MONT, em Roz-sur-Cuesnon. Além do preço ótimo para a região, e nota 9.4 no Booking.com, oferece:

  • excelente relação custo/benefício;
  • a proprietária, Madame Hildegard, é um doce e super prestativa;
  • ela fala francês, alemão e inglês fluentes;
  • os quartos são limpíssimos;
  • o café da manhã é ótimo;
  • tem estacionamento privativo;
  • tem wi-fi gratuito;
  • de todos os quartos e banheiros você avista o Monte Saint Michel (inclusive de dentro da banheira do quarto familiar)
  • a localização é muito prática para visitar o Monte Saint Michel, Cancale, Dinan e Saint-Malo. Todas essas cidades podem constar no seu roteiro de viagem.

A diária para o casal sai em torno de R$250,00.

Entenda o fenômeno

Além de ser local de peregrinação religiosa, outro grande motivo para a numerosa visitação ao Monte Saint Michel na França é assistir à famosa troca das marés. Quando a maré baixa, o mar se afasta até 15 km da costa. Alguns franceses locais dizem que quando ela começa a encher, é tão rápido quanto um cavalo a galope.

Cada dia ele acontece em um horário diferente, mas é possível ver com antecedência em um calendário oficial.

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