Rasta for way

Poucos lugares do mundo são tão acolhedores.
A história de como a Jamaica criou e espalhou sua música pelo mundo passa por momentos como escravidão, independência, freiras, festas de rua, espiritualidade, Bob Marley e outros muitos contextos que só poderiam existir nessa ilha do Caribe e que você vai conhecer ao longo desta matéria.
Para chegar lá, o turista deve pegar o avião no Aeroporto Internacional de Guarulhos e ir (com conexão em Miami ou no Panamá) até Montego Bay ou Kingston, capital da Jamaica. Já Montego Bay é a capital da Paróquia de Saint James, no condado de Cornwall, e a segunda maior cidade do país. Seu aeroporto é o maior do país. Para ambos os destinos, a passagem fica em torno de 4.000 reais, ida e volta.
A Jamaica é uma ilha relativamente grande e com muitos atrativos e coisas interessantes para fazer. O ideal é ficar de 12 a 15 dias para explorar tudo. A Jamaica tem cantinhos deslumbrantes. Praias protegidas por barreiras naturais de recifes. Cachoeiras de águas cristalinas que desembocam no mar.
Ah, não esqueça de trocar o dinheiro para dólares jamaicanos. O dólar jamaicano é a moeda oficial da Jamaica desde 1969. Usualmente é abreviado com “J$” ou “D$J$”, para distingui-lo de outras moedas com denominação dólar.
O idioma oficial na Jamaica é o inglês, mas é muito comum ouvir o Patois Jamaicano (inglês jamaicano), que somente os locais entendem. Para pessoas que visitam o país pela primeira vez, uma conversa pode ser incompreensível no início, mas depois fica fácil se acostumar com as gírias e expressões.

Kingston – cosmopolita, frenética, culturalmente efervescente e genuinamente jamaicana
Adorada por uns e odiada por outros, é localizada aos pés das Montanhas Azuis e com vistas para o sétimo maior porto natural do mundo, a capital da Jamaica, Kingston, é o coração cultural da ilha.

É bater perna que fala?
Visite a propriedade em estilo georgiano Devon House – um monumento nacional erguido em 1881 pelo primeiro negro milionário. Atualmente a casa encontra-se renovada e oferece um tour pelas instalações da mansão e seus jardins, além de contar com lojas e restaurantes.

Já o Bob Marley Museum, é sempre um espaço repleto de atividades culturais. Localizado na antiga residência e estúdio de gravação do músico, é uma ótima pedida para combinar com uma visita ao recentemente aberto, Peter Tosh Museum, que homenageia o ex-músico da banda The Wailers.Visite Port Royal, a capital dos verdadeiros piratas do Caribe e o lar de bucaneiros famosos como o Barba Negra e Black Morgan.

Victoria Crafts Market, os vendedores apresentam seus batiks coloridos (tecidos tingidos artesanalmente), artefatos em madeira, objetos feitos em palha e outros artigos artesanais produzidos localmente.
Para ir num autêntico reggae bar, a dica é  o Dub Club (7B Skyline Drive, Kingston), onde todos os domingos, o DJ Gabre Selassie toca uma seleção clássica de dub, roots, e reggae.

De carro ou a pé?
Carro, com certeza. O transporte público é ruim, e a ilha é grande; precisa de carro para explorar os lugares. Use a   Rentcars ou então a Rentalcars.

Se não quiser alugar um carro, pode contratar um transfer do aeroporto, e comprar os passeios separadamente.
Para se locomover nas estradas, Google Maps resolve. Você só vai precisar de 3g.
Aluguel de carro: 180 reais a diária
Ônibus: 4,39 reais o ticket avulso

Para descansar
O Spanish Court Hotel fica em New Kingston, a 400 metros do bairro histórico Port Royal. O hotel possui spa, academia, terraço com uma piscina infinita e vistas belíssimas.

Os quartos incluem ar-condicionado, WiFi gratuito, base para iPod e TV de plasma 48″ com canais via satélite. O Rojo Restaurant serve comida internacional e o The Gallery Café oferece especialidades locais. O hotel também possui um bar junto à piscina, no terraço da cobertura.
A diária custa em torno de 600 reais.

Quer sossego?
De Kingston para Port Antonio são cerca de três horas de carro. Port Antonio é um dos lugares mais diferentões da Jamaica, sem praias ocupadas por grandes hotéis, e com uma natureza bem preservada. É uma cidade bem pequena que ganhou fama graças ao ator Errol Flynn quando seu iate encalhou naquelas bandas e ele se apaixonou pela região. Muitos milionários construíram casas fantásticas na região. Lá os hoteis são mais simples e com ótima localização. Experimente o All Nations Guest House, com diária a partir de 250 reais.

Deu fome?
Locais para comer são variados, com uma vasta quantidade de restaurantes que refletem a mistura única de culturas da Jamaica, que data da chegada dos chineses, europeus, indianos e ancestrais dos africanos. Tudo isso cria uma eclética e saborosa combinação que é única da Jamaica.

Média de custo nas refeições:
Café da manhã

de R$15,79 (J$540.00) a R$33,34 (J$1140.00)

Almoço

de R$22,81 (J$780.00) a R$32,99 (J$1128.00)

Jantar

de R$ 31,59 (J$1080.00) a R$64,93 (J$2220.00)

Jerk Chicken
Jerk é um estilo de culinária nativa e tão jamaicano quanto o reggae, no qual a carne é esfregada ou marinada com uma mistura de temperos quentes chamada tempero jamaicano. A mistura de ervas, especiarias e folhas de pimenta, inventadas pelos jamaicanos Maroons, tornou o frango Jerk o mais famoso prato jamaicano. O Jerk Chicken é uma iguaria por si só, mas é tipicamente servido com pão ou festival (bolinhos caribenhos). Coma no Scotchies Jerk Center, que tem o preço médio de 22 reais. Se quiser uma experiência mais gourmet, experimente comer no Chateau 7 Gourmet Jerk Centre que é mais caro e possui opções vegetarianas e veganas.

Sorrel

A Sorrel é a bebida de férias mais popular da Jamaica durante o Natal e o Ano Novo. As flores de hibisco sabdariffa, conhecidas como azeda na Jamaica, são colhidas no final de novembro até o início de dezembro. As flores secas são cozidas e misturadas com gengibre, água e rum para fazer a bebida. A bebida tem muitos benefícios para a saúde, incluindo o controle de níveis elevados de colesterol e o controle da pressão alta.

No fim dos anos 50, na Jamaica, país que ainda era uma colônia, era comum que jovens se reunissem na rua para compartilhar os poucos aparelhos de rádio que existiam na ilha. Essa movimentação foi ganhando corpo e deu origem a centenas de pequenas discotecas de rua que se espalharam pela capital, Kingston. Os sistema de som portáteis, chamados sound systems (que está com tudo atualmente no Brasil) ditavam o ritmo da vida social na cidade.

Em 1962, veio a independência do país e o otimismo tomou conta da ilha. A cena de rua esquentou e surgiu o primeiro fenômeno musical jamaicano a ganhar o mundo: o ska. Mistura de ritmos locais tradicionais, como o mento e o calypso, com o jazz e rhythm and blues, o estilo foi encabeçado pelo The Skatalites, um grupo de garotos saídos do internato católico chamado Alpha Boys School. É um mistério como tantos talentos se encontraram nessa escola. Outra instituição crucial foi a rádio Jamaica Broadcasting Corporation (JBC). Seus programas ajudaram a descobrir vocalistas incríveis como Bob Marley e Alton Ellis.Dedicado a protestar contra problemas sociais, Bob Marley levou, através de sua música, o movimento rastafári e suas ideias de paz, irmandade, igualdade social, preservação ambiental, libertação, resistência, liberdade e amor universal ao mundo. A música de Marley foi fortemente influenciada pelas questões sociais e políticas de sua terra natal, fazendo com que considerassem-no a voz do povo negro, pobre e oprimido da Jamaica. A África e seus problemas como a miséria, guerras e domínio europeu também foram centro de assunto das suas músicas, por se tratar da terra sagrada do movimento rastafári.

A ilha é um destino muito procurado pelos americanos para lua de mel e para fugir do rigoroso inverno do hemisfério norte-americano. Afinal, um voo de apenas 40 minutos liga Miami à Jamaica.O pôr do sol mais badalado da Jamaica fica em Negril, na extremidade ocidental da Jamaica, onde encostas rochosas de calcário se encontram com a água azul turqueza do Caribe. O Rick’s Café tem mergulhadores que se jogam das pedras e tornam o espetáculo do por do sol ainda mais interessante.

 

O que você precisa saber sobre a Jamaica, segundo os turistas

* A comida não é um ponto forte dos jamaicanos. Mesmo assim prove os pastéis Patties, o prato típico Ackee and Salt Fish e as carnes com molho Jerk feito em latões.

* A ilha é relativamente pequena, mas tem lugares belíssimos que merecem ser explorados. Faça isso. Você não vai até lá pra ficar num resort, não é mesmo?

* A empresa JUTA tem vans em todos os hotéis para conduzir os visitantes de um lado para outro. É caro. Mas, é a melhor opção já que a mão é inglesa e as estradas são bem estreitas. A diária de uma van sai por 250 dólares americanos.

* A capital Kingston é um tanto sem atrativos.

* Os pontos altos são as cachoeiras e as praias de Ocho Rios e Negril.

* Uma praia lindíssima é Frenchman’s Cove.

* Uma cachoeira que impressiona: Dunn’s River Falls.

* O por do sol mais cobiçado é o do Rick’s Cafe, onde os mergulhadores se exibem em busca de uma gorjeta.

* A praia mais badalada e extensa é a Seven Miles Beach, em Negril.

* O grupo Sandal’s domina a ilha. O hotel mais exclusivo do grupo é o Sandal’s Royal Plantation, em Ocho Rios.

* A maconha rola solta por todos os cantos. Mas, a tal da “ganja” é proibida e a multa é de 50 dólares para quem for pego fumando.

* Reggae é o ritmo nacional. Toca o dia todo.

 

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