Salvar e Sair

Clareia, alumia, ilumina!

A iluminação é o que valoriza, dá aconchego, cria dramaticidade, destaca os móveis e objetos, desperta o sensorial… Ou não! Por ter essa força tamanha, ela é tão importante na decoração.

O cenário ideal é que seja feito um projeto luminotécnico, com a distribuição e especificação dos tipos de luminárias que serão utilizadas. Muitas lojas fazem isso sem custo, mas caso você opte por fazer por sua conta, faça uma planta do espaço (do seu jeito, mesmo! Não precisa ser profissional) e coloque nela os móveis. Localize pontos de luz sobre as mesas, aparadores e bancadas. Destaque os quadros das paredes, e cuidado para não colocar focos ofuscando os olhos das pessoas nem sobre a cabeça dos que estarão sentados numa poltrona ou deitados na cama.

Podemos dividir o vasto universo da iluminação em dois principais: a iluminação técnica – que contempla spots e plafons para a iluminação geral- e a decorativa – na qual entram lustres, abajures, arandelas, luminárias de piso e tudo o que dá o toque final no ambiente.

É importante que observemos o tipo de teto do ambiente. Em lajes, não se usa spot embutido, o que nos deixa com as opções de spots de sobrepor, em trilhos, plafon, luminárias alimentadas por fios ou conduítes externos. Já no gesso, é possível usar qualquer spot embutido, sancas, além de todas que podem ser usadas nas lajes. Uma enorme vantagem desse tipo de teto é a flexibilidade em distribuir a iluminação, deixando inclusive, muitas vezes, a luminária escondida, destacando apenas o efeito da luz.

O consumo energético de cada tipo de lâmpada também é um ponto a ser levado em consideração. Hoje, as pouco duráveis e “ladras” de energia lâmpadas incandescentes estão dando lugar às de LED, que não esquentam, consomem menos e duram mais.

Um aspecto por vezes erroneamente negligenciado é a temperatura da luz (que não deve ser confundida com o calor da lâmpada). É ela quem regula o aconchego. Quanto mais fria, menos aconchego e, portanto, indicadas às áreas de trabalho, por exemplo, bancadas de cozinha. Por sua vez, a luz quente é indicada para ambientes como quarto e sala, onde procuramos relaxar.

Tipos de lâmpadas:

Dicroica: usada para iluminação geral, ela não é difusa, porém tem um ângulo mais aberto. É usada para salas, quartos, corredores, cozinhas e banheiros.

Ar 70: usada para dar destaque. Tem um foco de luz com ângulo pequeno, criando luz e sombra, destacando os objetos. Ideal para usar sobre mesas de centro, de jantar, aparadores, iluminar quadros e painéis.

Ar 111: tem foco de luz com ângulo bem fechado. É ideal para espaços de pé direito duplo.

Par 20: é uma lâmpada mais difusa. Usada em áreas externas, jardins e banheiros.

Fluorescentes: usadas no centro de cozinhas, áreas gourmet e áreas de serviço.

As luminárias fazem parte do segundo tipo de iluminação, a decorativa, e elas não só servem de suporte para as lâmpadas poderem iluminar os ambientes, como fazem parte da decoração. São divididas de acordo com sua aplicação:

Teto: chamados pendentes ou lustres, possuem uma iluminação mais focal. Normalmente, com uma lâmpada só e direcionada para baixo. Mais utilizados para iluminar mesas de jantar e bancadas. De maneira geral, lustres são mais elaborados, mais detalhados, várias lâmpadas e luz mais difusa. Usados para iluminação geral de mesas de jantar ou dormitório. Tome cuidado para que o lustre não fique desproporcional ao tamanho do ambiente. Atualmente são muito usados em pares.

Parede: funcionais e graciosos, arandelas e balizadores geram tanto luz pontual (mais comumente usada) quanto difusa, para iluminação geral. O balizador é uma ótima dica para iluminar caminhos e corredores, podem ser embutidos ou externos. O efeito fica lindo!

Piso: luminárias de piso podem fazer grande presença no espaço, com grandes cúpulas, como podem ser mais discretas com um design slim, vai depender do que o seu projeto pede. São ótimas para darem ponto de destaque de leitura, para o sofá, poltronas, mesas de jantar e criados mudos.  Uma das vantagens deste tipo é sua mobilidade, fácil de levar para um local ou outro, só é necessário um ponto de tomada.

Mesa: nicho com maior diversidade de opções no mercado. Como as de chão, com apenas uma tomada você pode levar para onde quiser.  Normalmente usadas em mesas laterais para criar pontos de leitura, em aparadores para iluminar uma peça específica ou mesas de trabalho e estudo, também podem ser usadas ao lado de bandejas de bebida para dar um toque ou como uma peça decorativa.

Então, acenda sua imaginação e brilhe na decoração!

Beatriz Dutra

Arquiteta, blogueira do UOL, colunista da Revista TUDO. Arquitetura e decoração residencial, comercial e corporativa – projetos autorais

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