• Você checa o celular a cada cinco minutos?
  •  Não pode ver uma notificação que precisa abrir?
  • Vive os momentos pensando nas fotos que vai fazer, no que vai postar e a legenda que vai colocar?
  • Sabe mais da vida das pessoas pelo que vê na rede social do que pelo que elas te contam?
  • Cuidado! Você pode estar sofrendo de FOMO.
  • Oi?

Fear of Missing Out (FOMO) é uma expressão do inglês que significa “medo de perder algo”. Ou seja, aquela sensação de estar de fora, uma ansiedade gerada por não estar vendo algo ou deixando passar algum fato importante.

A síndrome, descrita pela primeira vez em 2000, é um dos principais sintomas de que alguém está viciado em redes sociais e pode causar desde angústia e mau humor até depressão. Segundo especialistas, o medo é identificado principalmente em jovens e adultos até 34 anos, mas pode afetar pessoas de qualquer idade. Uma pesquisa recente da Universidade de Essex apontou que mais de 75% dos adultos conectados já passaram por isso.

De acordo com estudos psiquiátricos, a angústia é causada, principalmente, porque a nossa relação com a tecnologia e a exposição gerada pelas redes sociais é muito nova. Não sabemos lidar. Abusamos e nos lambuzamos (como diriam nossas avós).

Isso acontece ainda mais quando falamos de ostentar e aparentar momentos felizes, conquistas e realizações. Inconscientemente (para nós, consumidores, pelo menos) gera-se uma competição: Quem é mais feliz? Mais bonito? Mais magro? Mais badalado? Mais bem sucedido?

Assim, sentimos uma necessidade, quase uma pressão para atualizarmos a linha do tempo com fotos nossas e mais que isso, checar e rechecar mil vezes o feed de outras pessoas, para não perder nada!

FOMO não é mimimi.

Você pode estar dizendo: “Nossa, que exagero! As redes sociais foram feitas pra isso”. Mais ou menos. A partir do momento em que nos sentimos pressionados a interagir a coisa muda de figura. Vale sempre aquela máxima: O mundo virtual é um reflexo do real. Na vida real você se força a fazer coisas somente para fazer parte de um grupo? Vale a reflexão.

Além disso, as marcas e as empresas que administram as grandes plataformas de rede social lucram, e muito, com esse vício crescente. Você sabia que o Facebook de Mark Zuckeberg  contrata profissionais especializados em experiência de usuários de cassinos para deixar a usabilidade do feed cada vez mais viciante? Já reparou que o gesto de puxar a tela para baixo para atualizar é igualzinho o gesto de “rodar” o caça níquel. Assustador, né?

E mais do que isso, os níqueis, no caso, nunca são para o usuário! Isso porque além do seu vício em acompanhar tudo o que a sua turma anda fazendo, é te vender sapatos, viagens, comida, roupas, e por aí vai. Não pense que a rede social é inocente e só serve para conectar pessoas. Existe um negócio gigante e absolutamente lucrativo por trás de tudo isso.

Se você não for, só você não vai!

E quando falamos de eventos, a coisa toma uma proporção absurda! Grandes festivais como Rock In Rio, Lolapalooza, Coachela e até shows menores geram um burburinho na rede social que é publicidade, visibilidade e retorno financeiro para os organizadores na certa!

Tivemos o exemplo recente da pré-venda de ingressos para o show da Sandy e Junior ou o Rock in Rio. Eventos que acontecerão no segundo semestre e que, literalmente, bombaram a internet. Só na fila para compra de ingressos do show de Sandy e Junior chegou a ter meio milhão de pessoas. Já imaginou o que isso significa?

O Rock in Rio a mesma coisa. Nem todas as atrações confirmadas. Não existe nem o cheiro da montagem do evento, mas as pessoas já estão pensando nos looks que vão vestir e na bebida que vão comprar.

Para as marcas patrocinadoras e os organizadores do evento, é o céu. Mas aí cabe a lees atingirem as expectativas dessa multidão de pessoas ansiosas. O fato é que todo o buzz gerado por eventos como esse não é de pessoas absolutamente fãs, que não perdem um show ou vão em todas as edições do festival. São pessoas que dizem: Não gosto tanto assim, mas não fico de fora de jeito nenhum!!

 Instagram, o vilão do FOMO

Um estudo recentemente batizado de “Status of Mind” (estado da mente, em português) revelou que o Instagram é o pior aplicativo quando se trata de saúde mental. A pesquisa analisou as reações aos posts de Facebook, YouTube, Twitter, Snapchat e Instagram e teve como resultado que o app de fotos e vídeos provoca ansiedade, depressão, má qualidade do sono e insatisfação com o próprio corpo — alguns dos sintomas do caráter viciante do FoMO.

Sintomas e tratamento

Para identificar se o seu passatempo nas redes sociais está virando um vício, basta observar o seu comportamento. A gente sabe quando está passando dos limites.

E você pode usar alguns artifícios para ir “desviciando”.

– Não se compare com as outras pessoas, especialmente nas redes sociais. O que se posta, nem sempre, condiz com a realidade.

– Enxergue a rede social como um meio de compartilhar e não de se auto-afirmar.

– Já existem aplicativos que mensuram quanto tempo você ficou online. Isso te ajuda (e te assusta) a controlar as vezes que pega o celular.

– Reserve um tempo para você, para viver a vida real, sem mostrar nada pra ninguém. Esteja, presente, nas situações que forem realmente importantes. E se não tiver  foto, tudo bem, sinal que a experiência estava tão gostosa que você até esqueceu de registrar!

  • 7 sinais de que você pode estar com FOMO
  • Seu celular está sempre na sua mão.
  • Você para qualquer coisa que estiver fazendo para responder Whatsapp
  • Você sempre compra os últimos lançamentos, mesmo que não use ou não goste.
  • Checa suas redes sociais mesmo sem ter notificações e mesmo quando está num encontro com outras pessoas.
  • Aceita convites para eventos que não têm a ver com você só porque todo mundo vai
  • Começa a namorar porque seus amigos estão namorando e não porque gosta da pessoa.
  • Termina o relacionamento porque seus amigos estão solteiros e se divertindo mais que você

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