Beleza
Cuidados com a pele no verão

O verão sempre é sinônimo de férias, diversão, alegria. Mas não podemos nos esquecer que estaremos mais expostos aos raios solares diariamente e, no final de semana iremos querer pegar aquele bronzeado. Mas a exposição inadequada ao sol pode trazer prejuízos a nossa pele e nossa saúde.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, em torno de 100.000 brasileiros desenvolvem algum tipo de tumor de pele, sendo a exposição excessiva ao sol o principal fator responsável. A melhor forma de evitar os danos causados pelo sol é nos protegendo através do uso de filtro solares, chapéus, óculos e outros.

Sempre existem dúvidas a respeito dos cuidados que devemos ter nesta estação, como a forma correta de usar filtro, se os bebês podem usar filtro, o verdadeiro benefício do uso de chapéus e outras.

Os filtros solares devem sempre nos acompanhar. Algumas pessoas acham que é bom usar sempre filtro com FPS acima de 30. Mas isso depende do fototipo da pessoa, isto é, se a pele é mais clara ou mais escura. Nas atividades cotidianas podemos utilizar um filtro com FPS 15 ou 20, mas quando na praia ou piscina é melhor utilizar filtros com FPS acima de 30. As pessoas de pele muito clara e olhos claros devem sempre usar filtros com FPS mais alto. E nunca devemos esquecer-nos de reaplicar o filtro a cada 2 horas, não importando o FPS.

As pessoas de pele negra têm uma proteção natural aos efeitos nocivos do sol. A maior quantidade de melanina na pele confere uma proteção maior à pele do que as pessoas de pele mais clara. Mas isso não significa que estas pessoas possam ficar sem o uso de filtros solares. Elas também podem ser acometidas de câncer de pele, e nestes casos, costumam se mais graves devido ao diagnostico tardio.

No verão podem aparecer também as acnes solares. Elas aparecem devido a associação     do uso de filtro solares com o suor excessivo. Nestes caso deve-se usar um filtro solar próprio para peles oleosas.

Os bebês podem usar filtro solar? As crianças podem usar filtro solar após os seis meses de vida. Antes disso, o melhor mesmo é evitar a exposição ao sol devido à maior sensibilidade da pele e irritações que o filtro pode causar. Devemos ensinar nossos filhos desde pequenos a importância do uso do filtro solar, pois os efeitos da radiação solar são cumulativos, isto é, as pintas, o câncer de pele, o envelhecimento precoce e as manchas irão aparecer após alguns anos.

O uso de chapéus ou bonés é muito importante durante a exposição ao sol, porque é na face o local de maior índice de aparecimento de câncer de pele. As roupas utilizadas nesta estação devem ser preferencialmente de algodão, pois ela evita 90% da radiação solar. As barracas de praia também devem ser de algodão ou lona, pois elas absorvem 50% da radiação ultravioleta. O uso de óculos de sol também é de suma importância, eles evitam danos à córnea e previnem o aparecimento de catarata. Não se esqueça de proteger do sol os lábios e as orelhas.

O tom bronzeado da pele leva de dois a três dias para aparecer. Este é o tempo para a produção e liberação de melanina, que é o pigmento que dá cor à pele. Ficar exposto ao sol por muito tempo em um mesmo dia, somente vai deixar a pele avermelhada, com ardor, com maior risco de aparecimento de câncer de pele. A exposição paulatina, nos horários antes das 10h e após as 16h, vai levar a um bronzeado bonito, sem vermelhidão e mais duradouro (sem descascar).

Expondo-se ao sol de forma responsável e tomando os devidos cuidados, traremos de nossas férias de verão apenas boas recordações.

 

Fonte: Dra. Silvia Takakuwa ( CREMESP 87.464 )

 
LIPO OU “CIRURGIA”???

 Toda paciente que procura o Cirurgião Plástico com o objetivo de livrar-se daquela “barriguinha que não lhe pertence” começa sua consulta com esta pergunta: lipo ou “cirurgia”? A própria pergunta costuma demonstrar a ideia errônea comum: a lipo seria um procedimento menor e a abdominoplastia (essa sim!) seria uma cirurgia.

É claro que o grande fluxo de informações disponíveis, a experiência com pessoas conhecidas operadas e, principalmente, os medos e os desejos da própria paciente formam seu preconceito em relação a uma cirurgia ou outra.


 
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