Beleza
Desmistificando a Ortomolecular



Você já deve ter ouvido falar de medicina ortomolecular, certo? Mas se engana quem acha que ela está ligada a emagrecer e a tratamentos rejuvenescedores. Tem sim este aspecto, mas é muito mais que isso.

Desde o final do século passado, a medicina ortomolecular vem ganhando importância e adeptos. Ao enxergar o indivíduo de forma integral, corrigimos as deficiências e desequilíbrios na bioquímica do paciente, consideramos fatores externos, estilo de vida, idade, ritmo e uma série de características que têm como objetivo não só tratar a doença, mas prevenir que outras patologias apareçam.

Partimos da premissa de corrigir a nutrição em primeiro lugar e, depois, a administração de suplementos como formas principais para tratar a doença. Neste sentido, a genética conta muito. Ou seja, além da sua composição corporal única, outros fatores como o ambiente, os níveis de estresse e os níveis de nutrição, faz com que as pessoas tenham necessidades nutricionais específicas, logo, ninguém se parece neste aspecto. E assim, o que causa uma doença em uma pessoa provoca boa saúde em outra.

Muitas doenças degenerativas, inclusive anomalias mentais, são possivelmente o resultado de desequilíbrios bioquímicos. A investigação demonstra que todas as doenças podem ser tratadas, em certa medida com suplementos nutricionais, como vitaminas, aminoácidos, minerais, eletrólitos e ácidos graxos. Tudo isso associado a uma alimentação de qualidade que, como já é sabido, é base para uma boa saúde.
A medicina ortomolecular é séria, complexa, detalhista, global e deve ser personalizada. Se, por acaso, a pessoa tratada já possuir uma patologia instalada, o acompanhamento em conjunto com especialistas que já tratam o paciente é fundamental, incluindo a atualização contínua de exames.

O tratamento na ortomolecular consiste em proteger o organismo contra a agressão dos radicais livres, que dão origem a doenças degenerativas, como artrites ou câncer, e ao mal que assola grande parte da população – o estresse. Também trata de outros tipos de doenças, além de prevenir o envelhecimento precoce e diversas alterações a nível orgânico, fisiológico e estético, tornando-se assim uma excelente maneira de prevenir e minimizar os efeitos de doenças que costumam aparecer na terceira idade.

Uma das ferramentas utilizadas no tratamento é o exame de sangue, no qual se detecta o nível dos radicais livres no sangue (este nível é afetado por substâncias produzidas pelo oxigênio, pelo stress, fumaça de cigarro, por metais tóxicos). Por meio do controle destes radicais livres é que se começa a melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Outro exame comumente utilizado é o exame salivar, no qual é possível detectar deficiências de minerais essenciais do nosso corpo, como o cálcio, lítio ou selênio. E ainda se há a presença de metais tóxicos causadores de sintomas e doenças, como por exemplo o alumínio (diminuição da memória), o chumbo (enxaquecas, tonturas), mercúrio (alteração do humor), níquel (queda dos cabelos).




porque alguma desordem está ocorrendo no corpo, fica mais fácil restabelecer a fisiologia e tratar o foco da doença, o real motivo pelo qual o paciente adoeceu.



Dra. Silvia Takakuwa (CREMESP 87.464)
M
édica, Dermatologia Cosmética, Longevidade Saudável, Emagrecimento e Performance
Cotia – Tel.: (11) 4613-6813

 
Cortar carboidratos e fazer jejum. Loucura ou estilo de vida?

Uma recente pesquisa feita pelo Ministério da Saúde concluiu que 1 em cada 5 brasileiros está acima do peso. Quando nos vem a palavra "emagrecimento" à cabeça, logo pensamos em uma verdadeira batalha de desprazeres – abrir mão do que gostamos de comer, e reduzir a quantidade do que ingerimos, por exemplo, é o que mais contribui para que as pessoas adiem ao máximo um novo estilo de vida.

No entanto, não é novidade que levar um estilo de vida saudável, com uma alimentação balanceada e associado a exercícios, é a chave para o corpo dos sonhos. Mas não adianta tentar “enfiar o pé na jaca” de um lado e tentar compensar do outro. Estudos recentes comprovam que as atividades físicas, que são importantes para a manutenção da saúde, são responsáveis por apenas 5% a 10% dos resultados em um processo de emagrecimento. Ou seja, o que você coloca pra dentro do seu corpo é fundamental para alcançar o resultado.

 
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