Mercado de Trabalho
INSS: o 1º passo no planejamento da sua aposentadoria


Por Florence Corrêa Duarte


O país nos tem dado tantos motivos para reclamar... Mas existe um serviço público digno de elogios!

Sabemos que o INSS não será suficiente para garantir a independência financeira na aposentadoria. Sabemos também que as regras deverão piorar com o tempo (dado que a relação entre pagantes e beneficiários vai se alterando conforme vivemos mais). Ainda assim, o INSS traz uma série de benefícios que não podem ser desprezados.

Os empregados com carteira assinada contribuem (assim como a empresa) – não têm escolha, mas estão garantindo, por força da lei, parte de sua renda na aposentadoria. Mas a experiência em planejamento financeiro pessoal tem me mostrado que grande parte das pessoas (autônomos, profissionais liberais ou mesmo micro empresários), é negligente com esta contribuição. Muitos já contribuíram em algum momento, mas normalmente não sabem por quanto tempo, nem quanto... sem dar-se conta de que este benefício é o primeiro passo no planejamento da aposentadoria. Não se pode ignorar o fato de que o INSS gera uma pensão vitalícia - além de garantir uma renda em caso de doença ou invalidez. Assim como uma pensão por morte aos familiares.







 
Nunca é tarde para recomeçar


Segundo pesquisas realizadas com grandes consultorias de Recursos Humanos, 50,2% dos profissionais brasileiros entrevistados querem mudar de emprego em 2014 e o principal motivador desta mudança é o desejo por mais qualidade de vida, seguido do aumento de salário. Outra pesquisa realizada em 22 estados brasileiros revelou que 58% dos entrevistados pensam em largar tudo e começar uma nova carreira, onde os fatores que mais motivam são autorrealização (53%), dinheiro (19%), segurança (19%) e aprendizado (9%).

Um dado importante divulgado este ano revelou que em 2013, 71,3% dos pequenos empresários montaram um negócio por oportunidade e não por necessidade.

 Analisando estas informações, refleti sobre o que acontece com muitos profissionais que dedicam décadas de trabalho em empresas e são pegos de surpresa com uma demissão inesperada. As estatísticas apontam que a vida profissional segue uma linha ascendente e que, por volta dos 40-50 anos, começa a descender.

 Poucos profissionais chegam a cargos de diretoria nessa idade, até mesmo pelas poucas posições existentes. Com a idade e tempo de casa, podem acabar sendo substituídos por mão de obra mais barata ou mais nova, que traga um olhar diferente. Esta situação, entretanto, não deve ser motivo de desespero no caso do "imprevisto" acontecer. O conhecimento de mercado deve ser usado a favor do profissional sempre e neste momento a transição de carreira é quase uma certeza.

 Se a decisão for a de tomar novos rumos, um planejamento, inclusive financeiro, é essencial para quem pretende dar uma guinada na carreira.

 Com uma reserva financeira, o profissional pode abrir um negócio próprio, adquirir uma franquia, seguir a carreira docente ou ainda atuar como consultor e neste caso, poderá prestar serviços para diferentes segmentos, bem como para o antigo empregador.

 Um novo negócio leva em média um ano para ganhar impulso, o ideal é que o profissional alie-se a um nome ou marca conhecida para aumentar as chances de angariar clientes e ter uma projeção mais rápida no mercado.


Patricia Atuí - Business Coach

Action Coach - tel.: 2129-7109/99948-3108 - actioncoach.com


 
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