Comportamento
Em busca do Silêncio


O dia a dia das grandes cidades não perdoa! Um corre-corre danado, compromissos, trânsito, buzinas, aviões, helicópteros. Para piorar, a moda de televisões ligadas em bares e restaurantes parece que veio pra ficar! Mas chega uma hora em que tudo o que procuramos é o silêncio, fundamental para recarregar as energias. O silêncio é o oposto do som, a ausência da vibração. Quando o corpo sonoro não está em vibração, não produz som. Mas como tudo está perenemente em movimento, vibrando, a sua falta significa morte. Então, silêncio é morte e se opõe ao som, que é vida. Essa é uma possibilidade de interpretação do silêncio. Na vida acelerada que vivemos, há excesso de informação sonora. Um ruído constante cansa, produz estresse e traz a necessidade de repouso do sistema auditivo e da mente. Nesse caso, o silêncio atua como um repositor de energias e, portanto, de vida.


 
Elevada autoestima ou narcisismo?

Onde termina um e começa o outro? Você é um candidato a este tipo de transtorno?














A expressão narcisismo tem sua origem na Mitologia Grega. Narciso, um jovem muito bonito, desprezou o amor da ninfa Eco e por isso foi condenado a apaixonar-se por sua própria imagem espelhada na água. Este amor impossível levou Narciso à morte, afogado em seu reflexo. O narcisismo, portanto, retrata a tendência do indivíduo de alimentar uma paixão por si mesmo. Segundo Freud, isso acontece com todos até  certo ponto, a partir do qual deixa de ser saudável e se torna doentio, conforme os parâmetros psicológicos e psiquiátricos.


 
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