Cuide-se
Wakeboard, muito prazer Leia +

  • Equipe da Tudo é desafiada a experimentar
  • Marta Fonterrada
  • Se você nunca subiu numa prancha nem esquiou, acha que jamais conseguirá sair surfando atrás de um barco, está enganado! Tudo é possível quando você está disposto e, claro, se for orientado da maneira certa. A aventura faz bem para a autoestima, te deixa atento com a postura e, ainda, melhora o seu condicionamento físico. Antes de mais nada, estou falando do Wakeboard, um esporte aquático em que você sobe em uma prancha e é rebocado por um barco, com auxílio de um cabo e um manete.
  • A história deste esporte começou na década de 1980, quando algumas pessoas introduziram alças para prender os pés nas pranchas de surf. Em 1984, o surfista Tonny Finn, de San Diego, desenvolveu o Skurfer - um híbrido de esqui-aquático e prancha de surf, o primeiro shape de prancha para a hidrodinâmica de ser puxado por um barco ao invés de ser empurrado por uma onda. A prancha era menor e mais estreita que a prancha de surf, com fundo do esqui slalom (côncavo) e grande flutuação.


 
As Dores da Alma Em busca do autoconhecimento


 

Uma gestante apresentava fortes dores ciáticas, com ansiedade e oscilações da pressão arterial, falta de ar constante, além de fortes enjoos. Através da acupunctura e fisioterapia foi possível melhorar seu quadro geral. Após 6 sessões, já não apresentava mais as dores.”, Simone Ando.

Um paciente mostrava sintomas de alterações digestivas crônicas e um estado mental peculiar, em que predominava uma mágoa profunda (beirando ao ódio) por uma pessoa da família. Ao longo do tratamento, ele não só apresentou melhora dos sintomas físicos como também conseguiu superar aquela aversão pelo seu familiar, chegando mesmo a pedir perdão pelo seu comportamento anterior de repulsa.”, Dr. Tarcizio Bazílio, homeopata.

  • O paciente me procurou porque tinha má postura. Durante a avaliação, percebemos

dores “escondidas”. Quando rearranjávamos sua postura, ele se desequilibrava, dores apareciam e sentia enjoo. Durante o tratamento, percebemos que o quadril deslocado era consequência de um trauma ao ser mordido por um cão há muitos anos. A sensação de ter sido pego de surpresa e ser machucado se repetia sempre que se sentia ameaçado frente à situações inesperadas: se retraia, desconfiava e tinha medo de ser "machucado". Descobrindo a causa da má postura, usamos auriculoterapia, os aromas e florais como parte do tratamento da fisioterapia e, ao final do tratamento ele mudou as posturas! 
”, Eliana Tessitore, fisioterapeuta.

 
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