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Finalmente chegaram Olimpíadas Rio 2016. São 19 dias intensos de competição, reunindo 42 modalidades esportivas. A festa de abertura no dia 5 reúne no mesmo show Gilberto Gil, Caetano Veloso e Anitta. Especula-se que nomes como Lauryn Hill, Jack Johnson, Ben Harper, Jack White, The Black Keys, entre outros, também devem participar do evento. Apesar de não confirmado ainda pelo  Comitê organizador, a modelo Gisele Bündchen também deve participar da cerimônia.

O tema da abertura será a formação da sociedade brasileira e a festa deve reunir 30 mil voluntários. A ideia  dos diretores, Fernando Meirelles, Daniela Thomas e Andrucha Waddginton, é transformar o estádio em um grande teatro.

Após o desfile dos atletas e os discursos do presidente do Comitê Organizador, Carlos Arthur Nuzman, e do presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomaz Bach, o presidente interino do Brasil, Michel Temer, declara abertos os Jogos.

 
Tudo nas alturas!

Bodyflight,  voando no túnel de vento

Tudo depende do que você quer que ele seja: entretenimento, condicionamento, diversão e adrenalina. Bodyflight é uma simulação de um voo ou de um salto de paraquedas com ventos que podem chegar até 300 km/h. Se você é chegado em aventura, vai ver como é divertido experimentar o túnel de vento.

A novidade é recente no Brasil.  A iFLY, empresa de túneis de vento, tem mais de 50 túneis aos redor do mundo, além de outros 30 em construção. O objetivo é proporcionar ao público o sonho de voar. No Brasil há dois deles: um em Brasília e outro em São Paulo, inaugurado no último mês de abril.

Segundo o presidente da iFLY para o Brasil e América Latina, Fábio Diniz, “O Brasil é um país que tem muita demanda por entretenimento de alto nível e a possibilidade de voar não é só uma alternativa para diversão, mas também esportiva.”

Em um espaço fechado com ventos de até 300 km/h (túnel de vento) é possível ter a impressão de estar voando. A equipe da Tudo foi acompanhar de perto esta aventura para poder dar uma melhor referência do que ocorre dentro do túnel. E podemos dizer que a adrenalina existe, mas o voo é uma experiência ímpar.

Chegamos na iFly de Pinheiros para voarmos, sem saber ao certo o que encontraríamos. Já na hora chegada ao local, tivemos de fazer um check-in via computador, como se estivéssemos no aeroporto, prestes a embarcar. Neste processo lemos os procedimentos e já ficamos apreensivos com algumas perguntas do tipo: “se sofremos do coração” ou “se temos qualquer problema de coluna”. Como estávamos lá para fazer esta matéria, assistimos a demonstração dos instrutores voando e fazendo acrobacias. Ficamos animados, mas descobrimos que não conseguiríamos fazer nada disso, pelo menos nas primeiras vezes. Nesta primeira vez você aprende a posição básica e é só isso que você vai conseguir fazer. Se segurar para não cair!

Assistimos a um vídeo demonstrativo e recebemos as instruções com uma aula de treinamento teórico dada pelos instrutores da iFLY, a fim de se prepararem para a experiência do voo e também aprendemos alguns códigos, já que é impossível falar no meio da ventania. A posição básica inicial também é importante, pois qualquer alteração da cabeça ou membros nos faz cair ou subir demais.

Depois disso, recebemos os equipamentos para a atividade que são óculos de proteção, capacete e macacão. Na hora de embarcar na câmara de voo, vamos um a um, com um instrutor do lado. Começa então a aventura!

Segundo Ariel, o instrutor que voou com a gente, o segredo é obedecer as regras da posição correta e relaxar, sem perder a firmeza. Saímos orbitando meio descontrolados, mas logo conseguimos nos manter na posição correta. Para fazer aquelas acrobacias que eles nos demonstraram? Bem, é preciso passar por algumas etapas e não são poucas. Mas de qualquer forma, conseguimos ter a sensação de voar naquele espaço.

Mas além da experiência do voo descobrimos a grande versatilidade do bodyflight. Para Fabio Diniz, “Os voos no túnel de vento são utilizados para treinamento de atletas e profissionais do paraquedismo civil e militar, membros das forças armadas e grupos especiais da polícia; para entreter funcionários de empresas, para ajudar alunos a entender física.”

Realmente o boodylight se encaixa em todas as funções. Como entretenimento, é um programa divertido indicado para toda a família; como treinamento, há vários profissionais aprimorando suas técnicas de voo. Para a educação, as escolas levam seus alunos aqui para vivenciarem na pratica alguns conceitos de Física e Ciências aprendidos em sala de aula.

O bodyflight é um esporte que trabalha muito a isonomia, fortalecimento, consciência corporal e portanto, traz melhorias para a mente e corpo como equilíbrio, força, postura, tonificação e concentração. É uma prática tão completa, que tem potencial para ser tão popular quanto o CrossFit e o Pilates. Não existe contraindicação, apenas algumas restrições:  mulheres grávidas e pessoas com mais de 113 kg. “Quem quer se desenvolver no esporte conta com acompanhamento de um dos nossos profissionais ou algum profissional de sua preferência, validado pela iFLY, e pode neste caso usar apenas as nossas dependências e instalações.”, conta Diniz.

O Presidente também explica que existem alguns campeonatos no mundo, além de camps, que são períodos em que nomes importantes do esporte se reúnem para fazer uma espécie de “intensivo” de treinamentos para atletas de diversos níveis. “Em Brasília foi feito o primeiro camp em fevereiro, e teremos o primeiro camp de São Paulo de 4 a 7 de Julho, com nomes como Vitor “Piu Piu”, do time Maktoum e Skydive Dubai, Oscar Asfura, da Paraclete XP, e Paulo Perini, as 3D Fly e iFLY São Paulo. “, finaliza Fábio.

 Fontes:

Fabio Diniz e Manoel Damasceno, Presidente e Vice-Presidente da iFLY Brasil e América Latina

Ifly.com.br

 
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