DEPRESSÃO o “mal estar” da atualidade.

 

A depressão e suas variadas formas e classificações ocupam lugar de destaque nos dias de hoje. A Organização Mundial de Saúde (OMS) a coloca como uma das principais causas para afastamento do trabalho, incapacitando os indivíduos de realizar seus afazeres profissionais, bem como de vivenciar sua existência nas dimensões sociais, comprometendo assim sua vida pessoal e profissional. A depressão é uma doença que afeta uma em cada cinco mulheres e um a cada dez homens, podendo aparecer em qualquer fase da vida, desde a infância até em idades avançadas.

 

Os principais sintomas da depressão são:

  • concentração e atenção reduzidas,

  • incapacidade de tomar decisões,

  • autoestima e autoconfiança reduzidas,

  • ideias de culpa e inutilidade,

  • tristeza persistente,

  • isolamento social,

  • visões desoladas e pessimista do futuro,

  • perda do prazer de viver,

  • ansiedade,

  • irritabilidade,

  • sensação de vazio,

  • alterações no sono, hipersônia (excessivas horas de sono ou sonolência) ou insônia

  • distúrbio alimentar, perda ou aumento de apetite,

  • diminuição ou perda do desejo sexual,

  • em quadro de depressão severa, também há pensamento de morte, atos autolesivos ou comportamento suicida.

 Uma pessoa para ser diagnosticada com depressão deve apresentar cinco dos sintomas acima com duração mínima de duas semanas.

 A depressão não é “frescura”, “fraqueza” ou “falta de fé”, como alguns a nomeiam. A pessoa deprimida sofre verdadeiramente, familiares e amigos próximos devem respeitá-la, orientando-a e encaminhando-a a ajuda profissional, como psicanalista, psicólogos e psiquiatras.

 A depressão não tratada pode passar ou cessar por um tempo, mas uma pessoa que teve um episódio depressivo uma vez na vida corre maior risco de enfrentar novos episódios semelhantes ao longo da vida.

 

O tratamento com bom resultado para a depressão é a psicoterapia, associado a um estilo de vida saudável, com dieta equilibrada e prática regular de atividade física, e em casos graves, também a combinação medicamentosa se faz necessária.

Lucia Amaral

Psicóloga Psicanalista

CRP. 29414-5

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e-mail: luciamariaamaral@yahoo.com.br

 

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